• 27/11/2018
  • Lockey

Caução de imóveis é coisa do passado. Entenda o motivo!



Ao fazer um contrato de locação, é comum que o inquilino se depare com uma obrigação: a caução de imóveis. Essa é uma garantia contratual em que o locatário precisa fazer um depósito para o locador, geralmente no valor correspondente a 3 vezes o custo total da locação.

Esse valor fica com o proprietário ou com a imobiliária e é devolvido ao inquilino no término do contrato. Entretanto, caso após a vistoria sejam encontradas irregularidades ou dano ao imóvel, a caução é usada para cobrir os reparos e o locatário recebe somente o que sobra após a reforma.

Entretanto, essa prática está se tornando coisa do passado, além de ser bem desvantajosa para ambas as partes. Quer saber o motivo? Então continue com a gente e confira o post que preparamos sobre o assunto!

 

Por que a caução de imóveis é desvantajosa?

 

Apesar de funcionar bem como uma garantia, a caução exige que o inquilino invista um grande valor para poder alugar o imóvel, o que pode dificultar o fechamento do contrato ou impedir que a locação aconteça.

Além disso, o valor deve ser devolvido ao inquilino ao fim do contrato. Porém, podem acontecer problemas caso a pessoa que ficou com o depósito (imobiliária ou proprietário) não tenha se planejado corretamente para a devolução do dinheiro.

Nesses casos, o reembolso demora a acontecer, trazendo diversos transtornos para o inquilino e para o proprietário, que pode ser alvo de uma ação de cobrança para o ressarcimento do valor. Por isso, outras formas de garantia, em especial o seguro-fiança, são alternativas melhores.

 

Como funciona o seguro-fiança?

 

O seguro-fiança é contratado pelo período de vigência do contrato de locação e garante o pagamento do aluguel devido, da mesma forma que acontece com outras modalidades de seguro.

A apólice pode incluir coberturas adicionais, incluindo outras taxas do imóvel, como condomínio, IPTU, água, energia elétrica e outras despesas. Em regra, ele deve ser contratado pelo inquilino e o valor varia de acordo com a seguradora responsável e os termos do contrato.

Porém, em alguns casos, a própria intermediária da locação arca com esse seguro, sem cobrar taxas adicionais aos usuários. É assim que funciona na Lockey, garantindo segurança em relação ao pagamento dos aluguéis, sem gerar custos para o inquilino ou para o proprietário do imóvel.

Vale lembrar que para fechar o contrato e aproveitar esse benefício é preciso comprovar renda equivalente a 3,4 vezes o valor total da locação, que inclui o aluguel e alguns custos extras, como condomínio e IPTU. Para isso, é possível complementar a renda com até 4 locatários solidários, que vão assumir junto com você a responsabilidade pelo pagamento do aluguel.

 

Quais são as vantagens do seguro-fiança?

 

Essa modalidade de garantia traz diversas vantagens. A primeira é financeira, já que o inquilino não precisa arcar com o custo da caução para fechar o contrato. Também não há riscos de ter problemas com o reembolso dos valores pagos ao término do contrato.

Mas também existem vantagens em relação às outras modalidades de garantia. Por exemplo, conseguir um fiador não é uma tarefa muito simples. É preciso encontrar alguém que tenha renda compatível com o aluguel, cerca de 3 vezes maior que o custo total, e que tenha imóveis próprios que possam servir de garantia.

Além disso, você precisa convencer a pessoa a se comprometer, tendo em vista que ele também assume a responsabilidade pelos atrasos no aluguel e outras obrigações referentes ao contrato.

Com o seguro-fiança você evita tudo isso! Não é necessário levantar dinheiro para a caução de imóveis, nem buscar um fiador para conseguir alugar o imóvel. Por causa disso, o seguro é uma modalidade de garantia moderna que está ganhando cada vez mais espaço nos contratos de locação.

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